Na verdade, para fins de
comunicação, este termo está diretamente relacionado à interligação dos meios
de comunicação para, tendo a Internet como cordão umbilical, como padrão comum,
transacionar conteúdos e mensagens nos diferentes formatos de mídia
disponíveis, das físicas digitalizadas às móveis e colaborativas.
Assim, a parte positiva de
tudo isso é a possibilidade de se armazenar conhecimento, com velocidade de
informação, fácil acesso, profundidade e riqueza de formatos (mutimídia),
tornando a cultura e a notícia, bem como a possibilidade de interatividade,
algo sem fronteiras geográficas.
Convergir mídia não
significa substituir umas pelas outras. Alguns exemplos históricos comprovam a
tese: o rádio não substituiu a literatura; o teatro e o cinema não diminuíram a
importância do rádio; a Internet não acabou com os jornais e as revistas
impressas, a televisão aproximou o som e a imagem de todas as pessoas, sem que
elas abandonassem outras formas de informação, entretenimento ou estudo, e
assim por diante.
Uma forma mais adequado e simplificado para conceituar a Convergência de Mídias pode se traduzir no desfio de compreender, trabalhar e entregar modelos em que as pessoas tenham acesso ao conhecimento, informação, entretenimento, serviços e transações, em níveis positivos de qualidade e usabilidade, a partir dos meios que ela hoje dispõe, de modo que eles se completem e se fortaleçam.
Uma forma mais adequado e simplificado para conceituar a Convergência de Mídias pode se traduzir no desfio de compreender, trabalhar e entregar modelos em que as pessoas tenham acesso ao conhecimento, informação, entretenimento, serviços e transações, em níveis positivos de qualidade e usabilidade, a partir dos meios que ela hoje dispõe, de modo que eles se completem e se fortaleçam.
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